Plataforma emergida para intervenções rápidas aos seus seguidores, a funcionalidade do Twitter como ferramenta de curadoria destaca-se pela facilidade de visualização dos temas que emergem online em tempo real, dentro da linha de conexões que o usuário estabelece.

Com tal característica, fez com que fosse adotado por um grande número de usuários e, sempre em pleno crescimento, as razões, tidas como positivas e defendidas por Rheingold (2012) e cidadas pelo Mpel7 (2014) vão desde o acesso, com abertura ilimitada; passam pela variedade e velocidade de atualização, com a possibilidade de reciprocidade à fonte original da informação. Além disso, o design estrutural possibilita a conexão com variados temas e a formação de comunidades, bem como excelente fonte de pesquisas e trabalhos colaborativos.

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Noutro aspecto, o encontro com um Twitter fútil, com informações que agregadas num plano muito subjetivo, como detalhar a agenda pessoal, corroboram para a descrença dos usuários que não chegaram ao nível de experimentar suas potencialidades, como aprendizagem de novas habilidades, no qual a partilha e a confiança fomentam o crescimento do capital social. Assim, como as demais ferramentas online, a literacia no seu uso reverterá em ganhos nas distintas esferas do indivíduo e da sociedade que a partilha.

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